Eu sempre tive uma relação de amor e odeio com meus diretores. Desde que comecei a atuar, às vezes era amor e muitas vezes foram odeio! Não que isso fosse ruim, ou errado. Isso sempre fez bem a nossa relação. Porque depois daquela grosseria típica de diretor vinha meu odeio, e depois da preguiça constante vinha ódio dele. Acho que sempre foi assim o meu gosto ausente de Shakespeare, e o gosto ausente deles de montar Samuel Beckett. Ele nunca entenderem que para mim o drama é essencial, e que essa coisa de comédia para mim sempre foi ridícula e desnecessária. A comédia irônica ainda descia minha garganta, mas a comédia por si, e a pastelão sempre me pareceu uma necessidade enlouquecida de conseguir risos, sempre me parece “TOC”, ou distúrbio cerebral. Nunca curti rua, ninguém vê tudo, entende pela metade, e acaba que avaliar o trabalhar tudo por algumas cenas. Acho que no fundo isso nunca vai mudar entre mim e os diretores, vai ser sempre esse amor e odeio! E é isso que me faz crescer como ator!
Desestruturação de conceitos!! Desarte de viver!! Uma Critica clichê do ser! Um nada tentando ser outro nada, nada além de um pseudoclichê ou talvez um quase nada comum, a insanidade de ser um clichê perdido!! Não me peça conselhos falarei absurdos a ti, mas o mesmo pertence a sua mente como a minha, você não aceita, não assume! Todos os dias eu assumo minha loucura! Não sou um louco incubado!
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terça-feira, 22 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
Imperfeito - Minimalismo (NEAC_04_06_2010)
(imagem tirada do blog www.juditeinsone.blogspot.com)
A peça IMPERFEITO – MINIMALISMO, produção de Markus Marques e James... O roteiro fascinante, um trabalho simples e lindo. O minimalismo presente em quase todos os atores, a técnica poderia ter sido estudo mais pelo atores, mas o conjunto fechou bem, a costurar dos quadros foram bem elaborados. Poderia ter trabalhado a técnica de Laban para a noção do “verbo flutuar” que parece que foi exigido para uma das partes do espetáculos, que aos atores entravam dançando em câmera lenta ou seja deveriam estar em flutuar. Mas talvez a ausência de técnica fosse proposital. Quero destacar alguns quadros não para puxar saco, mas porque realmente curti, adoro a arte “triste” que Markus Marques cria, interessante o quanto de informação que ele faz com que os atores sem poderem falar, transmitir com o corpo, eu sairia mais 500 vezes para assistir esse estilo de arte. Vale ressaltar ainda os quadros que não falei e a interpretações que cada vez mais refinadas, Victor Pierre e Samira Reis no quadro do esquizofrênico e da modelo, Amanda Leão na deficiência ou idosa, Eliane Assunção nas caras e bocas nos elevadores, belíssima criação de personagem e um economia de interpretação de fascinar qualquer um. Não quero ressaltar os melhores ou os “fodas” apenas falei dos que realmente me tocaram, e por fim não poderia deixar de comentar “Claudinha” que interpretou bem também nos quadro do “deficiente ou idoso” sua concentração estava a mil.
Algumas frases e conclusões que ainda estão na minha mente:
“nem todo peça deveria ser comedia”,
“a arte não resume em risos, pode ser beleza das coisas triste”
Markus Marques: “eu não ando pelas ruas olhando meus pés, eu ando observando as pessoas”.
O que Weverton Andrade tem a dizer? Eu ainda acredito no Minimalismo, e sem duvida quando for um diretor, carregarei traços de Markus Marques comigo, pois é minha base. E também porque sou filho de Judite Insone e sei que isso é eterno! Como os sentimentos! “Os Artistas têm o dom de tocar a alma”
Fica a Dica para junho quem estiver em Divinópolis assista aos espetáculos do NEAC mais informações acessem o blog www.juditeinsone.blogspot.com, blog oficial do Diretor e Professor Markus Marques responsável pelo NEAC.
Quero deixar claro que nessa postagem contém apenas minha opinião.
E vale ressaltar ainda que muito amador,
mas que expressei minha opinião conforme meus estudos,
e conforme minha sensibilidade.
E vale ressaltar ainda que muito amador,
mas que expressei minha opinião conforme meus estudos,
e conforme minha sensibilidade.
Weverton Andrade
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