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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Primeiro Enjoou

 Pelo bosque da solidão,
escorrendo de suas mãos.
Deixando de ser sua posse,
perdendo a passagem.
Começando pelos erros do passado, vamos nos separando dia a pós dia apenas para falar de cenas de desespero e erros do passado,
doces palavras não vão me conquistar, e nem isso você sabe fingir, mão no meu corpo não vai intensificar, nem sons de pianos vai me amparar. Se ligo atende, se não, esquece de mim... Espinhos nos laços matrimoniais. Amor, letras de músicas
não vão me conquistar, não vão me iludir. Não sei se ainda parei de caçar, mas sei que amei, sei que amo. Mas é que dá um certo enjoou essa coisa chamada “nós”.
A violência e o sublime juntos,
como sombra atrás de mim.
estou vivendo meu “Entre quatro paredes” – oh Sartre dê-me sua sabedoria.



domingo, 31 de outubro de 2010

Por Existir



 Acordei em meio a turbilhão de vozes, tempestades e pranto. Ouvindo sem cessar a voz de menina que cantava horrivelmente desafinada, mas sua musica falava do meu passado... De coisas nossas. De repente percebo que estou me perdendo no caminho, que estou perdendo parte de ti... E esquecendo-se do que é o principal, simplesmente amar! Não tem que têm justificativas, ou passar o tempo todo juntos! O amor nasce da gente, e felicidade vem de mim, demorei a entender isso!  O “Nós” completa essa felicidade, mas não é complemento para o meu existir! Não existem formas, formulas ou pontes certas! Existe eu e você, nós! Se quiseres partir siga tua estrada, meu bem. Vai doer, vou chorar, mas eu sei que amanha vai existir. Eu sei que existirão livros e filmes, músicas, bandas e CDs para afogar minhas lagrimas. Vão existir amigos, um existir lindo e ingênuo, e tenho que ser grato a cada um deles, por existirem! Eu os amos! Suas palavras frias, o escuro da relação... O passado trás coisas nossas que deveriam ter naufragado numa tempestade! Esquecemos das coisas amenas, e iluminadas que existiu cada minuto em que passamos juntos! Eu mudei muito, e cada vez mais carrego menos coisas, não quero me apegar a pessoas, a locais, livros e filmes. A estante continua aqui, mas eu sei partir com uma simples mochila. Vou carregar nos laços de minha alma coisa simples e muito importante para mim. Sei que quando sair ninfas e duendes estarão cantando para mim “Wish You Were Here - Pink Floyd” a música mais linda... Sei que passarei por vias escuras e escorregadias, também sei que sempre arranharei os braços, pernas e rosto nos arames farpados dos pesadelos e das verdades inconvenientes. Na bagagem da minha vida está o pé de amora, que vive minha infância, encontros e descartadas, o chá de hortelã, o corpo de meninas que eu espiava por detrás de janelas... Estará cenas escondidas que presenciei de sexo. Eu era um menino descobridor, tinha que saber tudo sobre o mundo e descobrir o por quê. Investiguei todos os dias, vizinhos, primos, e família sempre achei que eles pecavam e eu tinha o dever de saber e não contar quais eram. Meus primos que hoje são seres que as vezes nem reconheço mais... pelos caminhos da vida, a maturidade, o céu, a Terra, demônios, anjos, apóstolos e credo destruíram aqueles sonhos que existiam no olhar de cada um, quando era pequininhos. Talvez eu ainda esteja sonhando, ou buscando os resquício dos mesmos. Disseram que não devia sonhar, não devia amar e muito menos pensar! Disseram tudo o que eu deveria fazer, sem me questionar o que eu queria fazer. Eu vivo de sonhos, é trabalhoso e difícil de viver dos mesmos. Acordo todos os dias com uma certeza de viver cada um deles. Vem comigo, ou fiquei gravado eternamente nessa figura luminosa chamada alma. 

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Horas


A cada minuto eu me apaixono mais, eu deveria esquecer,
Deveria sair correndo, não entregar, não amar...
Mas é impossível não parar de querer te ver, de querer sair correndo até a você
As hora passa eu cada minuto parece uma justificativa para te amar!
Enquanto as horas existirem para mim, eu sei que estarei pensando em ti! 



domingo, 26 de setembro de 2010

Desistir ou Reagir





Eu nunca tive medo de dormir, hoje eu tenho. Medo do que posso sonhar, sonhar contigo seria trágico e suicida, esse amor que bate fundo aqui não quer sair, estou destruindo a mim mesmo por ti! Quando é que você vai entender que o que eu quero é você por inteiro e não por segundo. É acho que vai ser melhor esquecer o que existiu, esquecer o que eu sinto, mas o telefone ainda toca... porque não atender, por mim! cara! Por mim! o circulo está fechando, e o circo já si foi, o animal aqui está apenas esperando por si mesmo para ver se foge feito bailarina com o circo, ou se fica com o amor da sua vida, se o mesmo não tiver se matado até o por do sol apenas nos olhos dela, sem rosa, sem espinhos, sem cruz ou religião, amor é hora de partir... escolha carro ou caminhão. É importante também que eu esteja feliz, mesmo querendo te fazer feliz, cansei de lego, cansei de “meios termos” com a intensidade é lei, e é o fruto do que eu crio, o que eu acho? Não acho nada! Só sei que eu te amo, e sei que uma hora o sonho acaba, estou esperando ele terminar. 


Talvez você devesse traduzir a letra e me entender um pouco:


Ps: eu não quero ser ninguém do Queen, e nem quero ser travesti. Por mais que o clip induz a isso kkkk

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Tive que escolher entre o amor e uma profissão artistica




Todos tem uma opinião formada do que sinto, do que eu deveria fazer! 
Ninguém sabe como que é eu estou, o que estou pensando! Mas todos sabem o que deveria fazer! Certo e errado é tão relativo! Estou criando uma mascara para fingir ser o bonequinho de luxo, na vitrine de uma loja barata! Quem paga mais leva! Eu sempre fui apenas um pedaço de carne nos braços de outras pessoas! Ninguém quer saber o que os outros sentem, apenas o que fazem e “configurar-las”! Queria ser muito mais do que a boca a mais, queria ser algo além de mais um amigo, queria ser algo além de pobre coitado! Por isso é que ninguém vê me chorando! Por isso é que ninguém me ver dizendo “eu te amo”. E o que eu penso disso tudo foda-se, não preciso de ninguém, preciso de meus sonhos, e meu amor-próprio! Tive que escolher entre o amor da minha vida e uma profissão artística. Espero que eu seja muito feliz como artista! em busca de minha arte, espero ser feliz comigo mesmo! 

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

sempre vai existir um recomeço




Acordei de bem com a vida, o sol está raiando e é hora de começar a me movimentar! Vou fazer minha dança no ar... estou esperando as estrelas chegarem, eu queria ser como antes que fingia que nada existia! Mas até que em fim estou escrevendo de volta para mim, estou mudando! Não sei por que te falei tantas coisas, nem sei porque deixei as coisas chegarem a esse ponto! “mas obrigado por pensar em mim, quando tudo está é perdido sempre tem uma luz” (Renato Russo).
Não quero mais ser assim, inerte, ser assim apaixonado! Não quero!! Mas sei que isso é imperdível, e que não tem como eu voltar para o forno!
Vou consertar minha vida!! 

postei esse vídeo principalmente pelo trecho:


"Eu nem sei porque
Me sinto assim
Vem de repente um anjo
Triste perto de mim...
E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça
Não me dê atenção
Mas obrigado
Por pensar em mim..."


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Ironias e Melancolia

By: Bruno

 (Foto James Dean)

Parece que nem conheço mais esse lugar
O choro constante! Lágrimas que não terminam, o amor já foi motivo de sorrisos. Estou vivendo minha dor alternativa e alheia as pessoas, ninguém me entende! Ninguém está comigo nesse quarto gélido e silencioso. Esse silêncio que me irrita, queria sair gritando, até que alguém começasse a gritar comigo. Isso já não me pertence! Isso já não é mais meu! Nada mais é meu! Eu aprendi a lutar por tudo que eu queria, mas não aprendi a esquecer e a perder o que queria! Momento animadores com Björk, com Renato Russo e Lamb, música que transpiram melancolia, transpiram sofrimento e dor. Tirar a vida seria a maior prova de coragem, mas não quero! Estou amando esse meu momento feliz na fossa! Estou delirando em sorriso, afinal eu deveria superar. Afinal eu deveria ser educado e fingir no meu teatro que nada existe e nem aconteceu. Eu deveria fingir que não o amo, que não o quero e que nem estou ligando para o fato dele estar andando por ai. Perdi meu amor para o “playground” isso me assusta, mas me fará bem um dia! Rosas guardas no inferno de meu peito, queria o sangue dele escorrendo no palco de minhas apresentações, eu sorri chorando, eu sei fingir que nada existe, eu deveria dizer que estou feliz por ele. Foda-se !! morra !! eu não afim de fingir o que não sinto, eu não estou afim de ser o educado, mas jamais daria o braços a torce! E porque não forcei a barra para você ficar comigo, por que eu sei que conseguiria. E eu não quero a criança seja infeliz. Por mais que nem o conheço não desejo nenhum mau a ele! Jamais atrapalharia os dois. E até eu quero assistir até onde essa história vai! Meu primeiro amor brincando com o parquinho infantil! No fundo é sempre assim eles nunca sabem o quanto gostamos deles, eles nunca percebem o quanto... só percebem houver falas! Eu sempre lhe disse eu te amo pelo corpo, alma e espírito! Estava explícito nas minhas ações!Os atores e atoas também amam! Vai lá amor, brinque muito “quanto você voltar tranque o portão, feche a porta, apague as luzes e saiba que te amo”. 


Agora eu deixo um vídeo de uma música que ouvi várias vezes durante o dia, música linda e incrível :

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

O insustentável peso do meu amor


By: Bruno

 Antes eu era o homem que te cobria em sonhos, corpo e alma do frio, do medo, com amor! Hoje eu sou o cara que chega de uma longa viagem e te enche o saco! Antes eu era o favorito, o amigo e o amor. Hoje eu sou o outro, a falta de escolha e o cigarro sujo e imundo que só o viciado sem escolhas usaria. Despiu o meu amor, minhas fantasias, meu terno de dignidade, e hoje se foi... Não vou dizer que não errei, porque fracassei várias vezes, nem direi que nunca foi pouco, barato ou feio o que vivemos. Uma hora o primeiro amor encontra outro amor, e eu estou sentado a ver as velas indo para o horizonte, onde o azul do céu e o azul do mar são o único azul existencial. As flores secaram, o amor partiu, e eu fiquei aqui e distante a tomar chá verde nas frias noites do inicio de agosto! Desculpa se ainda te quero bem! Desculpa se apaixonaste por alguém, desculpa por ser minha ferida e amor cru! Todos me disseram que deveria te esquecer, mas ninguém me disse como!

terça-feira, 27 de julho de 2010

saindo para te encontrar




Hoje sai para te encontrar, na esperança
ingênua de que você estaria lá me esperando no
lugar de sempre, fui arrumado, perfumado,
vestia a blusa branca com o desenho do Chaplin que você sempre amou, cheguei à porta do teatro, sentei e esperei... Minutos depois a realidade me corta em fatias, você não vai voltar, a morte separou nosso amor, quis correr, dá um volta, acreditar que era mentira, e na minha mente ficava somente cenas de amor, não conseguia encarar sua morte.
Sua indecência pelo meu quarto, nossa regras perdidas, e agora ficou o seu silencio ao meu lado, ficou comigo o nosso amor, você se foi e eu fiquei com o “nós para sempre”. E todos dizem calma vai passar, você superar! Ninguém entende que não quero superar, que não quero esquecer, ninguém entende que a dor é minha, e que eu cuido de mim e dela!

terça-feira, 22 de junho de 2010

Diretores: amor e odeio! nossa saúde de Viver



Eu sempre tive uma relação de amor e odeio com meus diretores. Desde que comecei a atuar, às vezes era amor e muitas vezes foram odeio! Não que isso fosse ruim, ou errado. Isso sempre fez bem a nossa relação. Porque depois daquela grosseria típica de diretor vinha meu odeio, e depois da preguiça constante vinha ódio dele. Acho que sempre foi assim o meu gosto ausente de Shakespeare, e o gosto ausente deles de montar Samuel Beckett. Ele nunca entenderem que para mim o drama é essencial, e que essa coisa de comédia para mim sempre foi ridícula e desnecessária. A comédia irônica ainda descia minha garganta, mas a comédia por si, e a pastelão sempre me pareceu uma necessidade enlouquecida de conseguir risos, sempre me parece “TOC”, ou distúrbio cerebral. Nunca curti rua, ninguém vê tudo, entende pela metade, e acaba que avaliar o trabalhar tudo por algumas cenas. Acho que no fundo isso nunca vai mudar entre mim e os diretores, vai ser sempre esse amor e odeio! E é isso que me faz crescer como ator!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

quem nunca pensou que era só improvisar?


Hoje o dia é perfeito para ouvir Clarisse e cortar os pulsos, ninguém nunca entende a configuração básica do ser humana, e o psicológico que agora já não é mais nada, “que a dor é menor do que parece”... chega um tempo que viver em dor é necessário, e você compreende que não é ninguém entende e sim ninguém quer entender, que amor hoje para muitos existe apenas para confirmar o próprio amor, os remedinhos já não faz mais efeito, e eu aqui na duvida desisti do mundo e voltar para os braços da minha mãe ou encarar minha solidão com mais um copo de vodka? Ou mais um beijos, eu preciso mais de copos de bebida, eu preciso mais de que corpos nojentos, eu preciso de amor! Eu sou ainda careta, minha droga é o amor. Cortam meus pulsos e deixe que lentamente eu veja e intérprete minha tragédia expressiva. Os meus trejeitos enlouquecidos, todos me abraçaram e sinto como se não tivesse tocado em ninguém, hoje só mais um dia para a melancolia, “cansei de ser incompreendido“ meu trabalho devasto, minhas loucuras cheias de marcas psicóticas, ninguém sabe o quanto é o preço da minha dor, ninguém quis saber, Renato já esta morto, mas ele ainda conversa comigo. Os remedinhos não fazem efeitos e eu aqui depressivo, meu tratamento de cegar o mundo.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

O Veneno do Desejo


Ele chegou assim, perguntando se eu tinha curiosidade de saber o tamanho dele, e logo respondi não! Então logo provocou dizendo que eu sei que o meu é maior que o seu, eu ri e disse isso não me importa não sou eu quer você vai comer. Ele insistiu num tal de exercício de fazer aumentar pênis, que ele iria me ensinar, mas para isso tinha que pegar no meu, eu ri, sorri e exclamei NÃO, ele então arrancou a roupa “xoquei” com o tamanho e disse “grandinho” você “hein”. Ele riu e disse que era meu por aquele dia.

Ele que nem sabia aquele seria o ultimo dia dele, toquei ele, para mim e para ele era apenas uma masturbação entre família, nada alem de deslize da adolescência, algo como usar o primo para satisfazer seu ego comedor! Ele me despiu e começou a tocar, e ele ia do lento ao rápido, e voltava ao lento... eu tava quase molhando ele, e eu avisava que a qualquer momento iria goz... e mandava não goz... se acontece você apanha, segura, aquela idéia de esta submisso a leis impostos me excitavam e me dava mais tesão e só piorava minha situação. Já estava louco para mandar ele na parede e fazer tudo, mas meu banquei de hetero, não podia deixar que fosse gay, e nem desconfiar de meus planos.

Ele resolveu dormir na minha casa aquele dia, meus pais tinham viajado e estava só,

Enquanto ele dormia, pequei um “gilete” e cortei os pulsos, ele gritava por socorro, dei um escândalo dizendo porque ele tinha se matado e coloquei gilete no chão ele, pegou... mordeu minha isca, todos até os detives até hoje acham que ele se matou, as vezes sentado na minha cama lembro daquele olhar de vitima que ele fez, adoro lembrar daquela agonia, pobre primo.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

a fuga do sequestro de um pai


Ele corre desesperado no meio de um canavial enorme, imenso, o medo, a adrenalina a loucura o domina e ele corre sem lógica, o que dificulta os assaltantes que agem pela lógica, a carreta está perdida e ele nem sabe onde, o cavalinho está atolado a beira da estrada, o medo de morrer não sai da mente, ele não quer sentir mais o cheiro da arma na cara, por isso ele anda rápido e para de correr agora, para os galhos da cana não mexerem e os bandidos não o vê, o medo de aparecer cobras, o que é comum num canavial. Cansado de correr e não vendo mais nenhum carro, nem luz das lanternas ele vai para a estrada e pede carona a um caminhoneiro, eles não param por medo de ser assaltante, ele ajoelha e pede, por favor, a lagrima escorrer ele tenta ser forte e não chorar, mas não consegue, o medo dos bandidos, medo daquela arma, ele olha para todos, assustado, com medo que um deles seja um dos quais o amarram, torturam psicologicamente e não consegue dormir, não consegue comer, não consegue relaxar.

Durma papai!