Pelo bosque da solidão,
escorrendo de suas mãos.
Deixando de ser sua posse,
perdendo a passagem.
Começando pelos erros do passado, vamos nos separando dia a pós dia apenas para falar de cenas de desespero e erros do passado,
doces palavras não vão me conquistar, e nem isso você sabe fingir, mão no meu corpo não vai intensificar, nem sons de pianos vai me amparar. Se ligo atende, se não, esquece de mim... Espinhos nos laços matrimoniais. Amor, letras de músicas não vão me conquistar, não vão me iludir. Não sei se ainda parei de caçar, mas sei que amei, sei que amo. Mas é que dá um certo enjoou essa coisa chamada “nós”.
A violência e o sublime juntos,
como sombra atrás de mim.
estou vivendo meu “Entre quatro paredes” – oh Sartre dê-me sua sabedoria.
Desestruturação de conceitos!! Desarte de viver!! Uma Critica clichê do ser! Um nada tentando ser outro nada, nada além de um pseudoclichê ou talvez um quase nada comum, a insanidade de ser um clichê perdido!! Não me peça conselhos falarei absurdos a ti, mas o mesmo pertence a sua mente como a minha, você não aceita, não assume! Todos os dias eu assumo minha loucura! Não sou um louco incubado!
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Primeiro Enjoou
domingo, 31 de outubro de 2010
Por Existir
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Horas
domingo, 26 de setembro de 2010
Desistir ou Reagir
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Tive que escolher entre o amor e uma profissão artistica
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
sempre vai existir um recomeço
E meu sorriso sem graça
Não me dê atenção
Mas obrigado
Por pensar em mim..."
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Ironias e Melancolia
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Parece que nem conheço mais esse lugar
O choro constante! Lágrimas que não terminam, o amor já foi motivo de sorrisos. Estou vivendo minha dor alternativa e alheia as pessoas, ninguém me entende! Ninguém está comigo nesse quarto gélido e silencioso. Esse silêncio que me irrita, queria sair gritando, até que alguém começasse a gritar comigo. Isso já não me pertence! Isso já não é mais meu! Nada mais é meu! Eu aprendi a lutar por tudo que eu queria, mas não aprendi a esquecer e a perder o que queria! Momento animadores com Björk, com Renato Russo e Lamb, música que transpiram melancolia, transpiram sofrimento e dor. Tirar a vida seria a maior prova de coragem, mas não quero! Estou amando esse meu momento feliz na fossa! Estou delirando em sorriso, afinal eu deveria superar. Afinal eu deveria ser educado e fingir no meu teatro que nada existe e nem aconteceu. Eu deveria fingir que não o amo, que não o quero e que nem estou ligando para o fato dele estar andando por ai. Perdi meu amor para o “playground” isso me assusta, mas me fará bem um dia! Rosas guardas no inferno de meu peito, queria o sangue dele escorrendo no palco de minhas apresentações, eu sorri chorando, eu sei fingir que nada existe, eu deveria dizer que estou feliz por ele. Foda-se !! morra !! eu não afim de fingir o que não sinto, eu não estou afim de ser o educado, mas jamais daria o braços a torce! E porque não forcei a barra para você ficar comigo, por que eu sei que conseguiria. E eu não quero a criança seja infeliz. Por mais que nem o conheço não desejo nenhum mau a ele! Jamais atrapalharia os dois. E até eu quero assistir até onde essa história vai! Meu primeiro amor brincando com o parquinho infantil! No fundo é sempre assim eles nunca sabem o quanto gostamos deles, eles nunca percebem o quanto... só percebem houver falas! Eu sempre lhe disse eu te amo pelo corpo, alma e espírito! Estava explícito nas minhas ações!Os atores e atoas também amam! Vai lá amor, brinque muito “quanto você voltar tranque o portão, feche a porta, apague as luzes e saiba que te amo”.
Agora eu deixo um vídeo de uma música que ouvi várias vezes durante o dia, música linda e incrível :
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
O insustentável peso do meu amor
terça-feira, 27 de julho de 2010
saindo para te encontrar
ingênua de que você estaria lá me esperando no
lugar de sempre, fui arrumado, perfumado,
vestia a blusa branca com o desenho do Chaplin que você sempre amou, cheguei à porta do teatro, sentei e esperei... Minutos depois a realidade me corta em fatias, você não vai voltar, a morte separou nosso amor, quis correr, dá um volta, acreditar que era mentira, e na minha mente ficava somente cenas de amor, não conseguia encarar sua morte.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Diretores: amor e odeio! nossa saúde de Viver
sexta-feira, 9 de abril de 2010
quem nunca pensou que era só improvisar?

Hoje o dia é perfeito para ouvir Clarisse e cortar os pulsos, ninguém nunca entende a configuração básica do ser humana, e o psicológico que agora já não é mais nada, “que a dor é menor do que parece”... chega um tempo que viver em dor é necessário, e você compreende que não é ninguém entende e sim ninguém quer entender, que amor hoje para muitos existe apenas para confirmar o próprio amor, os remedinhos já não faz mais efeito, e eu aqui na duvida desisti do mundo e voltar para os braços da minha mãe ou encarar minha solidão com mais um copo de vodka? Ou mais um beijos, eu preciso mais de copos de bebida, eu preciso mais de que corpos nojentos, eu preciso de amor! Eu sou ainda careta, minha droga é o amor. Cortam meus pulsos e deixe que lentamente eu veja e intérprete minha tragédia expressiva. Os meus trejeitos enlouquecidos, todos me abraçaram e sinto como se não tivesse tocado em ninguém, hoje só mais um dia para a melancolia, “cansei de ser incompreendido“ meu trabalho devasto, minhas loucuras cheias de marcas psicóticas, ninguém sabe o quanto é o preço da minha dor, ninguém quis saber, Renato já esta morto, mas ele ainda conversa comigo. Os remedinhos não fazem efeitos e eu aqui depressivo, meu tratamento de cegar o mundo.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
O Veneno do Desejo
Ele chegou assim, perguntando se eu tinha curiosidade de saber o tamanho dele, e logo respondi não! Então logo provocou dizendo que eu sei que o meu é maior que o seu, eu ri e disse isso não me importa não sou eu quer você vai comer. Ele insistiu num tal de exercício de fazer aumentar pênis, que ele iria me ensinar, mas para isso tinha que pegar no meu, eu ri, sorri e exclamei NÃO, ele então arrancou a roupa “xoquei” com o tamanho e disse “grandinho” você “hein”. Ele riu e disse que era meu por aquele dia.
Ele que nem sabia aquele seria o ultimo dia dele, toquei ele, para mim e para ele era apenas uma masturbação entre família, nada alem de deslize da adolescência, algo como usar o primo para satisfazer seu ego comedor! Ele me despiu e começou a tocar, e ele ia do lento ao rápido, e voltava ao lento... eu tava quase molhando ele, e eu avisava que a qualquer momento iria goz... e mandava não goz... se acontece você apanha, segura, aquela idéia de esta submisso a leis impostos me excitavam e me dava mais tesão e só piorava minha situação. Já estava louco para mandar ele na parede e fazer tudo, mas meu banquei de hetero, não podia deixar que fosse gay, e nem desconfiar de meus planos.
Ele resolveu dormir na minha casa aquele dia, meus pais tinham viajado e estava só,
Enquanto ele dormia, pequei um “gilete” e cortei os pulsos, ele gritava por socorro, dei um escândalo dizendo porque ele tinha se matado e coloquei gilete no chão ele, pegou... mordeu minha isca, todos até os detives até hoje acham que ele se matou, as vezes sentado na minha cama lembro daquele olhar de vitima que ele fez, adoro lembrar daquela agonia, pobre primo.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
a fuga do sequestro de um pai

Durma papai!







