Desestruturação de conceitos!! Desarte de viver!! Uma Critica clichê do ser! Um nada tentando ser outro nada, nada além de um pseudoclichê ou talvez um quase nada comum, a insanidade de ser um clichê perdido!! Não me peça conselhos falarei absurdos a ti, mas o mesmo pertence a sua mente como a minha, você não aceita, não assume! Todos os dias eu assumo minha loucura! Não sou um louco incubado!
terça-feira, 22 de junho de 2010
Diretores: amor e odeio! nossa saúde de Viver
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Os clichês cultes
sábado, 5 de junho de 2010
Imperfeito - Minimalismo (NEAC_04_06_2010)
A peça IMPERFEITO – MINIMALISMO, produção de Markus Marques e James... O roteiro fascinante, um trabalho simples e lindo. O minimalismo presente em quase todos os atores, a técnica poderia ter sido estudo mais pelo atores, mas o conjunto fechou bem, a costurar dos quadros foram bem elaborados. Poderia ter trabalhado a técnica de Laban para a noção do “verbo flutuar” que parece que foi exigido para uma das partes do espetáculos, que aos atores entravam dançando em câmera lenta ou seja deveriam estar em flutuar. Mas talvez a ausência de técnica fosse proposital. Quero destacar alguns quadros não para puxar saco, mas porque realmente curti, adoro a arte “triste” que Markus Marques cria, interessante o quanto de informação que ele faz com que os atores sem poderem falar, transmitir com o corpo, eu sairia mais 500 vezes para assistir esse estilo de arte. Vale ressaltar ainda os quadros que não falei e a interpretações que cada vez mais refinadas, Victor Pierre e Samira Reis no quadro do esquizofrênico e da modelo, Amanda Leão na deficiência ou idosa, Eliane Assunção nas caras e bocas nos elevadores, belíssima criação de personagem e um economia de interpretação de fascinar qualquer um. Não quero ressaltar os melhores ou os “fodas” apenas falei dos que realmente me tocaram, e por fim não poderia deixar de comentar “Claudinha” que interpretou bem também nos quadro do “deficiente ou idoso” sua concentração estava a mil.
Algumas frases e conclusões que ainda estão na minha mente:
“nem todo peça deveria ser comedia”,
“a arte não resume em risos, pode ser beleza das coisas triste”
Markus Marques: “eu não ando pelas ruas olhando meus pés, eu ando observando as pessoas”.
O que Weverton Andrade tem a dizer? Eu ainda acredito no Minimalismo, e sem duvida quando for um diretor, carregarei traços de Markus Marques comigo, pois é minha base. E também porque sou filho de Judite Insone e sei que isso é eterno! Como os sentimentos! “Os Artistas têm o dom de tocar a alma”
E vale ressaltar ainda que muito amador,
mas que expressei minha opinião conforme meus estudos,
e conforme minha sensibilidade.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
quem nunca pensou que era só improvisar?

Hoje o dia é perfeito para ouvir Clarisse e cortar os pulsos, ninguém nunca entende a configuração básica do ser humana, e o psicológico que agora já não é mais nada, “que a dor é menor do que parece”... chega um tempo que viver em dor é necessário, e você compreende que não é ninguém entende e sim ninguém quer entender, que amor hoje para muitos existe apenas para confirmar o próprio amor, os remedinhos já não faz mais efeito, e eu aqui na duvida desisti do mundo e voltar para os braços da minha mãe ou encarar minha solidão com mais um copo de vodka? Ou mais um beijos, eu preciso mais de copos de bebida, eu preciso mais de que corpos nojentos, eu preciso de amor! Eu sou ainda careta, minha droga é o amor. Cortam meus pulsos e deixe que lentamente eu veja e intérprete minha tragédia expressiva. Os meus trejeitos enlouquecidos, todos me abraçaram e sinto como se não tivesse tocado em ninguém, hoje só mais um dia para a melancolia, “cansei de ser incompreendido“ meu trabalho devasto, minhas loucuras cheias de marcas psicóticas, ninguém sabe o quanto é o preço da minha dor, ninguém quis saber, Renato já esta morto, mas ele ainda conversa comigo. Os remedinhos não fazem efeitos e eu aqui depressivo, meu tratamento de cegar o mundo.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
O Veneno do Desejo
Ele chegou assim, perguntando se eu tinha curiosidade de saber o tamanho dele, e logo respondi não! Então logo provocou dizendo que eu sei que o meu é maior que o seu, eu ri e disse isso não me importa não sou eu quer você vai comer. Ele insistiu num tal de exercício de fazer aumentar pênis, que ele iria me ensinar, mas para isso tinha que pegar no meu, eu ri, sorri e exclamei NÃO, ele então arrancou a roupa “xoquei” com o tamanho e disse “grandinho” você “hein”. Ele riu e disse que era meu por aquele dia.
Ele que nem sabia aquele seria o ultimo dia dele, toquei ele, para mim e para ele era apenas uma masturbação entre família, nada alem de deslize da adolescência, algo como usar o primo para satisfazer seu ego comedor! Ele me despiu e começou a tocar, e ele ia do lento ao rápido, e voltava ao lento... eu tava quase molhando ele, e eu avisava que a qualquer momento iria goz... e mandava não goz... se acontece você apanha, segura, aquela idéia de esta submisso a leis impostos me excitavam e me dava mais tesão e só piorava minha situação. Já estava louco para mandar ele na parede e fazer tudo, mas meu banquei de hetero, não podia deixar que fosse gay, e nem desconfiar de meus planos.
Ele resolveu dormir na minha casa aquele dia, meus pais tinham viajado e estava só,
Enquanto ele dormia, pequei um “gilete” e cortei os pulsos, ele gritava por socorro, dei um escândalo dizendo porque ele tinha se matado e coloquei gilete no chão ele, pegou... mordeu minha isca, todos até os detives até hoje acham que ele se matou, as vezes sentado na minha cama lembro daquele olhar de vitima que ele fez, adoro lembrar daquela agonia, pobre primo.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Yo Soy
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Café com Leite
O telefone tocou, eu bebia café com leite, e fumava um cigarro barato, ele atendeu. Era a namorada, reclamava que ele estava frio hoje com ela, ele resmunga algo e abriu o zíper, fez mímica para chupá-lo. Desligou o telefone e me arrastou para o banheiro, arrancou minha roupa como se eu fosse uma prostituta vulgar, abriu o chuveiro e me empurrou na parede, já de costa e segurva nos meus ombros, tudo numa violência, num desejo, num prazer e dor. Não que fosse ruim, eu adorava aquela dominação, mas já estava cansando dele.
Saímos do banho e fomos para meu quarto e ele logo perguntou: “foi bom para ti?” e Eu pensei foi normal, mas respondi Ótimo amorzinho. Então insatisfeito disse: pode falar que eu fui o melhor. Então sorri e disse nem foi assim, para mim foi normal.
Sai do quarto para tomar mais um copo de café com leite, ele veio atrás e disse que vinha para dormir hoje, e eu disse que não, pois hoje a noite queria umas mulheres na minha cama, e que não transarei com menos de duas. Ele saiu e bateu a porta.
Dias depois masturbamos na Web Cam, ele então veio aqui dia seguinte para pedir uns filmes, transamos, ele me jogou na parede, e foi-se a primeira, depois fomos para a cama e a rolou a segunda, era noite e só a luz da rua iluminava, a tesoura brilhava no criado, e nos meus olhos, não resisti e peguei-a sem que ele visse, ele anunciou o orgasmo, e seria junto com o meu viria duplo, senti o liquido do amor invadir-me numa força do sub-inconsciente enfiei a tesoura cor de prata no pescoço dele, e ouvi ele gritando de dor e amor. Enquanto o sangue escorria eu delirava em orgasmos! Ele me amava, mas preferia a vadia. Mas me usava! Eu o amava, mas prefiria sua morte! Nesse instante sinto como se fosse uma tarântula fingindo se de viúva negra!



